segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Passeio pelo Dragão do Mar; Praia de Iracema; Ponte dos Ingleses


na praiaa




brincadeira na areia


estátua Iracema




Eu, Mamy, Marcela e Nayana



Estátua Patativa do Assaré, praça do Dragão do Mar



Marcela e eu na Ponte dos Ingleses

Jade, eu e mamy





Marcela só charlando



Ê caminhada longa...

dancing


i think...




DIVERSÃO NO PIRATA













Natal ilustrado iguatemi

Árvore feita de rede - Praça Portugal


huahuahu tssssssss shyjshyjuhysyjysj levando um papo cabeça


paisagem legal... hmm. besteira


Mamy


meu primo e eu... tava dormindo um pouco, na verdade, tirando um breve cochilo


primita Marcela... saudadesss--


de novo, again, sheslir, vintuah... enfim



aí, onde o Papiz Noel se encontrava

eu, Nayana, Fênix, Mãiê e prima Marcela passeando pelo shopping iguatemi

terça-feira, 7 de agosto de 2007

As decisões corretas de hoje podem ajudar–nos a resistir às tentações futuras.


Uma das responsabilidades básicas para cada pessoa é tomar decisões. Dezenas de vezes por dia, chegamos a uma bifurcação na estrada e precisamos decidir que direção seguir. Algumas alternativas são longas e difíceis, mas levam–nos na direção correta rumo à meta final; outras são breves, amplas e agradáveis, mas apontam para a direção errada. É importante definirmos com clareza nossos objetivos finais na mente a fim de não ficarmos perturbados a cada vez que chegarmos a uma bifurcação no caminho com as seguintes perguntas irrelevantes: “Qual é o caminho mais fácil ou mais agradável?” ou “Qual caminho os outros estão seguindo?”

É mais fácil tomar decisões corretas quando o fazemos com bastante antecedência, tendo em mente metas de longo alcance; isso nos poupa de muita angústia ao chegarmos às bifurcações, quando estivermos cansados e as tentações foram extremamente difíceis.

Quando eu era jovem, tomei na mente a resolução de jamais fazer uso de chá, café, tabaco ou bebida alcoólica. Verifiquei que essa determinação firme foi minha salvação em muitas ocasiões, ao viver várias experiências. Houve inúmeras situações em que eu poderia ter experimentado, tocado ou ingerido tais substâncias, mas a decisão tomada com firmeza me deu boas razões e força para resistir.

(...) A hora de decidir que não nos contentaremos com nada menos que a oportunidade de viver eternamente com nosso Pai é agora, a fim de que todas as escolhas que fizermos sejam afetadas por nossa determinação de não permitir que nada nos impeça de atingir essa meta final.

Desenvolvam autodisciplina a fim de que não precisem decidir o que vão fazer ou não a cada vez que se confrontarem com a mesma tentação. Vocês só precisam decidir certas coisas uma única vez!

Que benção grandiosa é estar livre de agonizar repetidas vezes em relação a uma tentação. Agir dessa forma é um desperdício de tempo e um grande risco.

Podemos nos afastarmos de determinadas coisas uma vez e fazê-lo de modo definitivo! Podemos tomar uma única decisão sobre certas coisas que incorporaremos em nossa vida para sempre–– sem precisar pensar e repensar cem vezes sobre o que vamos ou não fazer.

A indecisão e o desânimo são estados nos quais o adversário gosta de agir, pois pode infligir muitas perdas à humanidade nesses momentos (...) Caso ainda não o tenha feito, decidam–se decidir!

Como seria maravilhoso se conseguíssemos que todos os meninos e meninas santos dos últimos dias assumissem na infância a seguinte decisão: “Nunca cederei a Satanás nem a ninguém que deseje que eu destrua a mim mesmo”.

O momento de abandonar práticas erradas é antes de inicia–las. O segredo de uma vida bem sucedida reside na proteção e na prevenção. Aqueles que cedem ai mal em geral são aqueles que se colocaram numa posição vulnerável.



- Da vida de Spencer W. Kimball, cap. 10 (Ensinamentos dos Presidentes da Igreja)
Esc. Efésios 6:13

terça-feira, 3 de julho de 2007

Pessoas andam com mania de depressão



A tristeza foi promovida a depressão. Muitos médicos, hoje em dia, confundem diagnósticos e, sem cerimônias, o paciente logo entra para a lista de clientes da farmácia. Por outro lado, a prevalência da doença vem aumentando. Multicausal, a depressão sofre a influência de fatores ambientais, como as dificuldades financeiras, os conflitos interpessoais e o estresse. Mais turbulentos e comuns nos tempos modernos, esses agentes têm grande peso no desenvolvimento da doença.


Não é qualquer pessoa que tem depressão - um dos principais problemas do humor, ao lado do transtorno bipolar e da distimia. Os fatores ambientais agem com mais peso em pessoas que apresentam predisposição ao problema, que é genético. Também não é qualquer pessoa que deve dar ao paciente a notícia de que ele tem depressão ou outro transtorno de humor. "Há uma banalização do diagnóstico de depressão e de bipolaridade. É algo complexo, que exige conhecimento de psicopatologia e só o psiquiatra está habilitado a reconhecer os transtornos mentais", diz o psiquiatra Antonio Egídio Nardi, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


A economista Janaína Medeiros, de 25 anos, chegou a comprar o medicamento receitado pelo clínico-geral quando foi diagnosticada como depressiva. Mas, por medo de ficar viciada na substância, não iniciou o tratamento. Alguns testes depois, descobriu que estava com anemia. "A depressão, na verdade, era cansaço. Trabalhava 12 horas por dia e estava sempre ranzinza. Na verdade, sou assim", brinca a economista. "A questão foi me perguntar o quanto isso incomodava a mim e aos outros", diz Janaína.


Taxada - em um passado não distante - como "doença de rico", a depressão permanece subdiagnosticada e subtratada entre os que não têm acesso aos serviços de saúde. "A 'moda' existe para os que têm mais acesso à informação e aos planos médicos", diz o psiquiatra Marcelo Feijó de Mello, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Entre as classes mais baixas ou com mais dificuldades, segundo Mello, a prevalência do problema seria até maior, uma vez que os fatores ambientais se mostrariam mais agressivos.


A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirma a tese do psiquiatra: calcula que 75% dos 121 milhões de deprimidos no mundo nunca receberam tratamento adequado para a doença.


POR QUE SE CONFUNDE? - O termo depressão tem três significados no vocabulário médico. Ao mesmo tempo em que descreve uma alteração de humor (tristeza), pode retratar um transtorno psíquico específico (episódio depressivo) ou, até mesmo, um sintoma de outra doença. Segundo Nardi, da UFRJ, vem daí a confusão que cerca a palavra.


O especialista acredita que o destaque, hoje em dia, não vai para a depressão, mas para a bipolaridade - uma vez que todo mundo tem fases de tristeza e animação. Apesar dos erros e exageros, ele acha que a psiquiatria já passou por outras modas. "Todo mundo já foi neurótico e depressivo. Mas o transtorno bipolar é uma doença específica, bem diferente das alterações normais do humor, da tristeza e da alegria", explica.



As diferenças entre um e outro distúrbio de humor são muito sutis. A depressão, por exemplo, é uma fase do distúrbio bipolar. "Também é muito comum uma pessoa melhorar da depressão e ser confundida como bipolar", diz Nardi. A distimia, que é outro transtorno comum caracterizado pelo mau humor e pela irritação, muitas vezes permanece sem diagnóstico ou só é diagnosticada quando o quadro se complica.



DIAGNÓSTICO - Além de serem mesclados entre si, os distúrbios do humor podem ser confundidos com outros problemas de saúde, como anemia ou hipotireoidismo. "Um leigo pode suspeitar, mas só o psiquiatra pode avaliar essa diferença", diz Nardi.


Já Mello, da Unifesp, acha que os cerca de 13 milhões de depressivos no Brasil não poderão ser atendidos pelos 6.000 psiquiatras em atividades no País. "Eu não acho que o tratamento da doença deve, necessariamente, ser feito por um psiquiatra. Médicos de outras especialidades é que precisariam aprofundar os conhecimentos sobre a depressão", considera o especialista.



Por enquanto, o prognóstico não é nada bom. Uma pesquisa coordenada pela Federação Mundial para Saúde Mental, com apoio de dois laboratórios farmacêuticos, constatou que só um terço dos clínicos gerais acha que a faculdade ofereceu preparo suficiente para o diagnóstico da depressão.



Detectar a doença não é fácil. Além do exame médico e de testes laboratoriais, a pessoa não pode estar passando por um momento que legitime uma alteração de humor.

A depressão também pode ser conseqüência de um quadro orgânico. A dona de casa Antonina Brito, de 58 anos, começou a apresentar a sintomatologia de depressão algum tempo depois de entrar no climatério.


Mais ou menos na mesma época, uma irmã da dona de casa foi diagnosticada como depressiva. Foi o que bastou para o filho de Antonina dizer que a doença tinha virado moda na família. "Ele diz que eu sou hipocondríaca", desabafa Antonina.


CURA GARANTIDA - Se, por um lado, muita gente promove a simples tristeza a depressão, médicos são otimistas em relação aos tratamentos. Eles chegam, até mesmo, a falar em cura para o transtorno psíquico. "O indivíduo que se sente freqüentemente deprimido pode procurar ajuda e mudar o seu humor, recuperando-se totalmente", diz Nardi.


BOXE


COMO SE DIAGNOSTICA?


Identificar a depressão não é uma tarefa fácil, mesmo para quem se especializa em fazer o diagnóstico do transtorno psíquico. Segundo o psiquiatra Marcelo de Mello, da Unifesp, é preciso que a doença seja observada na hora certa. De nada adianta, por exemplo, observar a depressão em alguém que acabou de perder um amigo querido. Se a pessoa nota que está diferente do habitual, deve procurar um psiquiatra. É ele que irá avaliar se ela apresenta pelo menos cinco dos sintomas relacionados à depressão. São eles: humor depressivo, falta de prazer na realização das atividades, cansaço persistente, alteração do sono e do apetite (para mais ou para menos), alteração da concentração ou memória, dificuldade em tomar decisões e problemas cognitivos, como auto-estima baixa, pessimismo, falta de perspectivas para o futuro, idéias de morte e de suicídio. Os sintomas devem ter permanecido por mais de duas semanas.


BOXE 2


MAU HUMOR CRÔNICO


Mau humor constante não é só "um jeito de ser". É um problema que tem nome e tratamento. A distimia pode ser descrita como uma depressão crônica, de no mínimo dois anos duração, com sintomas mais brandos. Além da rabugice, os sintomas incluem irritação, desinteresse, falta de prazer na realização de trabalhos cotidianos, mania de criticar e culpar os outros. Em grande parte dos casos, são pessoas perfeccionistas e sem muita tolerância para as mancadas dos outros. O tratamento inclui antidepressivos, sessões de terapia - a cognitivo comportamental é a mais indicada, uma vez que eles terão de aprender a ver a vida mais colorida - e mudanças nos hábitos de vida. Segundo o psiquiatra Antonio Egídio Nardi, da UFRJ, muitas vezes a distimia não é identificada ou só é diagnosticada quando o quadro complica para uma depressão plena.


Por Lola Felix